Já são quase três mil casos detectados de coronavírus, e 81 mortes até o momento, todas na China.
Nomeado oficialmente de 2019-nCoV, o novo coronavírus é similar a outros dois identificados nas últimas décadas, mas apresenta um comportamento diferente dos demais: ele é transmissível antes dos sintomas aparecerem, o que dificulta a contenção da doença.
Para a contenção, a identificação e o tratamentos da doença, é importante que profissionais e serviços de saúde sigam alguns protocolos:
DIAGNÓSTICO
Suspeitar de paciente que apresente queixa de sintomatologia respiratória com história epidemiológica compatível. Os principais sintomas são: febre, tosse e dispneia;
Histórico de viagem a locais com casos confirmados 14 dias antes do surgimento dos sintomas;
Que a pessoa tenha estabelecido contato com casos suspeitos 14 dias antes do surgimento dos sintomas (que tenha estado a aproximadamente dois metros de um paciente com suspeita de caso, dentro da mesma sala ou área de atendimento, por um período prolongado, sem uso de equipamento de proteção individual.
O contato próximo pode incluir: cuidar, morar, visitar ou compartilhar uma área ou sala de espera de assistência médica ou, ainda, nos casos de contato direto com fluidos corporais, enquanto não estiver usando o EPI recomendado).
CUIDADOS NO AMBIENTE HOSPITALAR
Isolar paciente em quartos com pressão negativa;
Familiares e acompanhantes devem utilizar máscara N95;
Realizar a higiene das mãos, especialmente com o uso de gel alcoólico e praticar a tosse com etiqueta;
CASO PROVÁVEL: caso suspeito com o teste inconclusivo para 2019-nCoV ou com teste positivo em ensaio de pan-coronavírus;
CASO CONFIRMADO: indivíduo com confirmação laboratorial para 2019-nCoV, independente de sinais e sintomas;
CASO DESCARTADO: caso suspeito com resultado laboratorial negativo para 2019-nCoV ou confirmação laboratorial para outro agente etiológico.
Fonte: Ministério da Saúde
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